As fases do mercado pet no Brasil é uma saga de amor, evolução e pertencimento. Veja como ela se desenrolou até aqui:
A fase 1 é conhecida como O cão no quintal.
A alimentação era improvisada. Os cuidados eram básicos. A relação distante. E a função principal era a do cão guardião.
Na fase 2, é o cão dentro de casa.
Aqui cuidados com higiene, banho e toda tornam-se importantes. Surgem as primeiras preocupações com alimentação seca, mas ainda com rações sem muita qualidade.
Na fase 3, temos o cão como amigo.
Nesta fase, os cuidados e acompanhamento veterinários se intensificam e a indústria da farmácia pet se desenvolve.
A alimentação seca evolui ganhando qualidade. E a relação ser humano e pet ganha importância.
A fase 4 já é o cão na família.
Se ampliam os adestradores, e surgem roupas, festas, e uma integração emocional maior com toda família. Aqui, o cão já tem nome e sobrenome.
Na fase 5, o cão se torna filho.
Isso alavanca ainda mais a economia pet. Surgem as viagens pet friendly, as clínicas veterinárias e transformam em verdadeiros hospitais premium. Até os bancos descobrem o setor pet, e começam a investir em seguros de saúde pet. Aqui, a longevidade vira meta.
Na Fase 6, consolida-se a família multi espécie, ampliando ainda mais as relações e trazendo junto reconhecimento jurídico e social. Nesta fase, as relações entre espécies ganham legitimidade.
Na fase 7, o lifestyle pet é mainstream.
Marcas não-pet se juntam à este universo: bancos, moda, tecnologia, entretenimento, cinema, tv e a mídia em geral. Os eventos comprovam a demanda do setor com grandes feiras nos maiores centros de congressos e exposições das principais capitais do país.
Este mercado faturou quase 80 bilhões de reais em 2025, e abraça 160 milhões de pets em todo Brasil.
Sabia que isso já é maior que o numero de crianças humanas em cada lar do nosso país?
Agora, pare e respire.
Você está pronto para dar um novo salto?
Qual é a Fase 8?
Você vai descobrir no Surya-Pan.
Pet-Humano-Natureza.
Sempre juntos.